O ENSINO DA TEORIA MUSICAL DE FORMA LÚDICA
Falando em ensino da teoria musical para criança todo professor sabe que não é não é uma tarefa fácil, é necessário muita dedicação e amor pelo
trabalho pelo ensino, ainda mais quando este ensino tem como objetivo tocar em
uma orquestra ou em grupo com outros músicos, este ensino não deve ser
superficial precisa ser feito de forma precisa e de acordo o programa mínimo de ensino para se formar uma organista
ou um músico. Mas como ensinar para uma criança de sete oito ou nove anos a
teoria musical de forma que eles se sintam interessados... É uma tarefa difícil,
mas possível, sabemos que música contribui na educação da criança de varias
formas e nós como professores de música temos que usar as ferramentas necessárias
para esta educação. Conforme Koellreutter
(2001) “O professor entende que por meio do trabalho de improvisação abre-se
espaço para dialogar e debater com os alunos e, assim, introduzir os conteúdos
adequados.” Associar a música à educação implica em assumir uma postura dinâmica
e interativa junto ao aluno, a atividade lúdica associada ao ensino de um
conteúdo teórico facilita o processo de ensino e aprendizagem musical desperta
o interesse do aluno contribui para a sensibilidade, concentração, a atenção, a
socialização a interatividade entre professor – aluno, aluno –professor,
um conteúdo pode ser cansativo e entediado para o aluno mas se for aplicado de
forma lúdica com alegria com movimento e ritmo com certeza o aluno além de aprender
não vai mais esquecer e desta forma o professor de música conquista o aluno e
chama sua atenção para o conteúdo musical.
Pensando assim eu resolvi
postar uma atividade realizada com uma aluna que precisava de um incentivo para
aprender o módulo 9 do MTS onde e fala
dos tons e semitons, com esta atividade do vídeo eu consegui atingir os meus objetivos e esta
aluna sempre se mostra disposta e animada para repetir esta atividade.
REFERENCIAS:
______, Teca
Alencar de. Koellreutter educador – o humano como objetivo da educação musical.
São Paulo, Peirópolis, 2001.
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